Outro dia estive pensando. Todo fotógrafo de pessoas deveria agradecer por ter essa profissão. Por que? Simplesmente pelo fato de ter  a oportunidade de conhecer muita, muita gente bacana, aprender com eles, fazer amigos e ainda visitar lugares muito especiais. Para isso é preciso não só fotografar nos mesmos locais, ousar, perguntar sobre a vida das pessoas, interagir, contar um pouco da sua também, abrir o coração e prestar um serviço único. Nada de padrão. As pessoas são diferentes e querem ser tratadas de forma única. Acredite.
Ter filhos é por si só um grande trabalho, mas a situação pode complicar-se ainda mais quando se tem que conciliar a vida familiar com a vida profissional. Por esse motivo muitos pais costumavam deixar o trabalho para poderem ficar em casa a tomar conta das crianças, pelo menos até elas serem adolescentes. O problema é que nos dias de hoje, a forma como um casal vive é completamente diferente da forma como se vivia no século XX, onde o pai trabalha e a mãe fica em casa cuidando dos filhos para bem da educação e da segurança deles. As despesas pesam no orçamento familiar e cada vez menos os progenitores podem optar por serem pais a tempo inteiro. No entanto, a ideia de trabalhar por conta própria já é um conceito que se torna cada vez mais popular não só para aqueles que querem ganhar alguma independência financeira mas também para aqueles que procuram complementar o seu orçamento.
Uma das coisas que mais provavelmente ouço é que “trabalhar remotamente não é para todas as pessoas“. Falei desta questão na entrevista com a Ana Galvão na Rádio Renascença (ouve a entrevista clicando aqui) e não me canso de repetir que acredito que trabalhar a partir de casa e remotamente é para todas as pessoas e áreas. Mas não é por isso que acho que todos os trabalhos possam ser feitos a partir de casa. Áreas profissionais e trabalhos são coisas diferentes.
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